O banquinho de Lenio Braga

“Certa vez, em Salvador, um coqueiro secou e morreu, lá em casa. O tronco foi cortado em pedaços, e Lenio ficou com um. Um ajudante avisou “isso aí é madeira que não presta, apodrece logo. Não se faz nada com tronco de coqueiro!”. 
Lênio não se conformou. Embebeu o tronco com verniz diluído com aguarrás, deixou secar e esculpiu um banquinho. Está em casa até hoje, apesar dos tombos. Em breve pretendo fazer uma restauração (limpeza e nova camada de verniz). Vamos ver como fica!” 

(Relato de Daniel Brazil)

 

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