Marcelo Brazil

Fotos diversas

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Sobre a mostra

Lenio Braga (1931 -1973) foi um artista que trabalhou com diversas linguagens artísticas, dentre elas, a fotografia. Embora tenha produzido diversas fotos com perceptível valor artístico, também gerou um importante acervo documental da Bahia dos anos 1950-1960. Prova disto são as séries de fotos das exposições do MAM (antigo MAMB) quando este funcionava no saguão do Teatro Castro Alves, todo o registro feito da reforma do Solar do Unhão, fotos de personalidades artísticas da época, entre outras séries.

O material presente nesta mostra talvez se enquadre um pouco mais nesta categoria de registro documental, embora existam também belas fotografias que nos mostram a habilidade de Lenio com esta linguagem artística. Com esta perspectiva de uma mostra documental, optou-se pela inclusão dos esboços que trazem um interessante registro do processo criativo de Lenio Braga para a criação das peças da capela.

Outro detalhe curioso é que o artista costumava revelar  e ampliar as suas fotografias, no entanto, apenas uma fotografia em papel desta série foi localizada no acervo disponível. Acredita-se portanto, que a grande maioria destas imagens, que permaneceu em formato de negativos por cerca de sessenta anos, é inédita.

Sendo assim, sintam-se convidados a percorrer essa série de imagens feitas na época da construção da capela (1964-1968) com o olhar de quem pode desfrutar de um registro histórico e também da arte de Lenio Braga como escultor e fotógrafo.

Caso queiram conhecer um pouco mais sobre a Capela do Menino Jesus, acessem o tópico sobre o conjunto artístico neste mesmo site. Clique AQUI!

Grato pela visita!

Marcelo Brazil – Curador

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As pesquisas

O material que integra a mostra virtual “A Capela do Menino Jesus” e outras já realizadas vem sendo manuseado desde 2016 em ações que tiveram início com uma pesquisa vinculada à Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB. A Exposição “A arte de Lenio Braga”, realizada em 2018, foi fruto desta pesquisa e teve a curadoria de Marcelo Brazil e Walter Mariano.

Em 2020, durante a pandemia, foi realizada a primeira Mostra Virtual no site, fruto de uma ação de extensão na Universidade Federal de Sergipe e já no âmbito do Projeto de Pesquisa PIBIC 2020/2021 intitulado “A cultura popular na obra de Lenio Braga”. Esta pesquisa, que contou com os bolsistas Jacson Guedes e, depois, Luana Raquel, gerou parte do material da mostra virtual “Santa Cruz da Bela Vista” realizada em 2021.

Um projeto de extensão realizado em 2020 utilizou parte do material fotográfico já digitalizado e criou dois fotofilmes, ambos lançados em janeiro de 2021: Mundo secoA leve dinâmica do tempo.

Esta mostra está vinculada ao Projeto de Extensão Registros fotográficos da Bahia nos anos 1960: o acervo fotográfico de Lenio Braga que tem como bolsista o discente Janael Santos de Jesus.

Todos os projetos citados tiveram a coordenação do Prof. Dr. Marcelo Brazil, docente da UFS e filho do artista.

Para esta mostra, o material fotográfico foi digitalizado através de um scanner Epson V800 – Pro e os esboços foram fotografados com uma câmera Canon T3i. Para alguns materiais não fotográficos, foi utilizado um scanner HP G2410. Todo o tratamento de imagens foi realizado através do software gratuito GIMP versão 2.10.30.

Alguns exemplos mostram a diferença entre o material apenas digitalizado e após o tratamento de limpeza das imagens. Vejam (clique sobre as imagens para uma melhor visualização):

 

 

 

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FICHA TÉCNICA DA MOSTRA A CAPELA DO MENINO JESUS

Curadoria – Marcelo Brazil

Digitalização e tratamento de imagens – Marcelo Brazil

Montagem e textos – Marcelo Brazil

Design Gráfico – Walter Mariano

Bolsista –  Janael Santos de Jesus

Um sonho em construção

Nesta seção estão fotografias de séries distintas que revelam um pouco do processo de construção da capela e das peças artísticas de Lenio Braga.

A grande maioria dos negativos do acervo de Lenio são nos formatos 6X6 e 35mm em P&B. Os negativos da primeiras fotos desta seção estavam em um envelope simples, similar aos demais, e eram os únicos coloridos. Estavam bastante danificados e desbotados e passaram por uma leve correção de cor. Também são os únicos registros onde aparece o Sr. Juvino Oliveira, de chapéu, observando o trabalho realizado na pia batismal.

Além destes, existiam quatro slides coloridos, incluindo as imagens coloridas do sino e a do crucifixo abaixo.

Algumas fotografias apresentam problemas de foco, exposição e iluminação mas foram incluídas na mostra pelo valor histórico e documental. Um exemplo é poder constatar que o posicionamento previsto para a imagem do Menino Jesus era em uma pequena estrutura de pedra na parede onde hoje fica o crucifixo. Este, por sua vez, estava previsto para ficar sobre o altar.

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Texto original do folheto feito para a inauguração da Capela.

PORQUE FIZ CONSTRUIR A CAPELINHA DO MENINO JESUS

Pelos idos de 194o, encontrava-me na Fazenda “Goitacás”, hoje pertencente aos meus filhos, a 12 horas de viagem a cavalo da sede do então distrito de Itatinga, hoje município de Itapetinga, medindo pequenas glebas de matas virgens, para empreitadas de “roças”. As noites eram dormidas numa casinha de ” taipa”, residência do meu administrador.

Ainda era madrugada, quando fui surpreendido com um sonho maravilhoso: o pequeno compartimento em que dormia, transformara-se num infinito de luz e beleza incomparáveis, na visão que me veio, onde um menino, com longa e alvíssima túnica, sustentava em suas mãos um globo resplandecente. Senti-me infinitamente pequeno ante aquela infinita grandeza, mas, com a mesma sensação e tranquilidade de quando era criança, ao lado dos meus pais.

Regressando à minha residência, relatei o fato à minha esposa que, emocionada, correu ao santuário, e de lá trazendo um quadro, me apresentou, perguntando-me: “Veja se foi este?”. Realmente era aquele, o quadro do Menino Jesus, lembrança da sua primeira comunhão. Senti que havia recebido naquele sonho, como que um segundo batismo e mais uma graça da fé.

De 1955 a 1959, dediquei-me inteiramente à vida pública, como primeiro Prefeito deste município; sem outra pretensão qual a de atender a amigos que diziam ser a minha candidatura a única em condições de manter a paz e a tranquilidade de Itapetinga, governei inspirado no princípio de que todo poder emana de Deus, adotando como plano administrativo o lema: “do preciso o mais preciso”.

Convoquei e tive a meu lado todas as forças vivas do município, inclusive os clubes de serviço já organizados, e a Associação Cultural Itapetinguense ( ACI) fundada pelo primeiro médico que aqui veio clinicar, Dr. Orlando Borges Bahia. Assim, com relativa facilidade, venci os obstáculos de uma primeira administração, e, ao terminá-la, o nome do nosso município, com o seu fabuloso desenvolvimento e a sua Exposição Agropecuária, projetava-se além fronteiras, conhecido em todo o país. O meu governo serviu de base para outros mais arrojados.

Ao deixar a Prefeitura, sentia-me tão exausto que não tive argumentos para convencer um grupo de amigos quanto era delicado o meu estado de saúde, que não me permitia atender ao apelo que me faziam, para integrar-me no movimento cívico da campanha presidencial que se iniciava. Ao ver-me envolvido na luta partidária, cujos princípios não afinavam com o meu feitio, senti-me como um barco sem leme em mar revolto, e acabei em profundo esgotamento físico e nervoso.

Numa interminável noite de insônia, no auge da angústia e tribulação, levantei-me movido por uma força superior, e, apanhando a Bíblia, pedi a Deus que me iluminasse e deixei o Livro sagrado em posição que o abrisse naturalmente, para que a minha vista caísse em algo que me confortasse. Foi o meu olhar atirado sare o seguinte versículo: “Basta-te a minha graça porque é na fraqueza que o meu poder se manifesta por completo”. (Segundo Coríntio XII – 9 ). O resultado foi tão salutar para mim, que voltei imediatamente ao leito e adormeci tranquilo o resto da noite.

Pouco tempo depois, tive necessidade de repetir aquele processo e obtive a seguinte resposta: “Ouvindo isto Jesus disse-lhe: ‘esta enfermidade não é de morte, mas é para a glorificação de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja glorificado por ela”. (S. João XI-4).

Reconhecendo ser estas coincidências revelações do Alto, fiquei tão emocionado, como em estado de choque ou crise de alegria, a ponto de assustar meus familiares. No segundo dia dessa transformação, fui surpreendido por minha filha que viera de Salvador trazendo o meu inesquecível amigo de infância, Dr. Orlando Bahia e psiquiatra para me atender. Tinha tanta certeza que estava com a verdade, que procurei conter-me a fim de colaborar com os meus entes queridos. Continuei seguindo os ditames da minha consciência, convicto de que na força da minha fraqueza manifestava-se o poder de Deus, e preocupado como poderia manifestar materialmente o meu agradecimento por tanta graça recebida.

Até que, relembrando meu sonho maravilhoso, encontrei-me com Guarani, a quem pedi a planta de uma gruta inspirada na Onipotência do Grande Arquiteto do Universo, onde pudesse retransmitir a minha visão e perpetuar a minha gratidão.

Assim nasceu e floresceu a ideia da Capelinha do Menino Jesus, recebendo como mais uma graça de Deus, o interesse e o carinho demonstrados pelos Arquitetos Guarani Araripe, Alberto Hoisel e Katsuki, do engenheiro Fidelino Ribeiro e do escultor Lenio Braga. Cinco profissionais que imbuídos de um só pensamento, aliaram à sua comprovada capacidade uma inspiração incomum, movimentando-se num perfeito sincronismo, como se fôra os dedos de poderosa mão designada do Alto, no cumprimento de missão extraterrena.

Também o mestre de obras Gilberto Assis, cuidou dos mínimos detalhes da construção, orientando o serviço com interesse, paciência e amor verdadeiramente franciscanos, cujo sobrenome faz lembrar a imensa abnegação de S. Francisco de Assis aos seus discípulos e à célebre Capelinha da Porciúncula.

Por fim, neste templo está a dedicação de algumas dezenas de operários, durante aproximadamente quatro anos, desde a escavação do solo para início da base, até a tiragem e transporte das pedras feitos por Agostinho, Bispo Florêncio de Santana, Caboclinho, Paulo e Miguel de Deus, e divinos obreiros que tilintando os seus martelos, na formação de milhares de pedras, com facetas diferentes como fisionomias humanas, uniram-se fraternalmente, representando a vontade do Pai na união dos Filhos.

Depois de tantos séculos de guerra e incompreensões, somente agora, as religiões verdadeiras, que têm por finalidade a procura da verdade pregada por Cristo Redentor, começam a reconhecer a necessidade da união de todos, como única fórmula para a paz que é a salvação do mundo.

Esta união dos homens, com acatamento e respeito às suas ideias e aos seus princípios, aqui fica simbolizada nesta Capelinha do Menino Jesus, cujas paredes, cada uma com forma e direção próprias, reuniram-se para sustentáculo deste teto, que representa o céu se movimentando para um novo encontro com a terra, quando Cristo nos reafirmará: “Eu sou a ressurreição e a vida!!!!”.

JUVINO OLIVEIRA

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O cruzeiro

O cruzeiro feito em pedra-sabão localizado na frente da capela possui 2,80 metros de altura e é composto de quarenta e uma cenas de passagens bíblicas em baixo-relevo, com um estilo que lembra bastante a xilogravura.

A obra já passou por algumas intervenções e restaurações em diversos momentos e se mantém como uma das principais peças de Lenio Braga no conjunto realizado para a capela.

Após a finalização do cruzeiro em pedra em 1968, Lenio fez alguns registros das imagens esculpidas, com fotos noturnas e diurnas. Para as fotos noturnas, Lenio utilizou um(a) ajudante com refletores como é possível perceber no lado esquerdo da imagem abaixo:

Encontramos alguns poucos registros das cenas ainda em fase inicial do processo de escavação que são, curiosamente, as três cenas que estão voltadas para cima.

Não foram localizados, no acervo disponível, registros de todas as imagens bíblicas esculpidas por Lenio. Portanto, na série abaixo temos 36 imagens diferentes e algumas fotos com detalhes. Algumas fotografias possuem baixa qualidade de foco e luz, mas decidimos mantê-las na mostra considerando o seu valor histórico e documental.

Para facilitar a visualização, elas foram organizadas por faces, como Lenio as nomeou nos esboços  que estão no início de cada face e que também podem ser acessados por este link: clique AQUI!

As fotografias estão organizadas, em cada face, partido da base para o topo.

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Topo

 

Face A

 

 

Face B

 

Face C

 

Face D

 

Esboços

Durante a organização do material disponibilizado para esta pesquisa, foram localizados vários esboços feitos por Lenio Braga relativos às peças que criou para a Capela do Menino Jesus.

É interessante descobrir como ele planejou, por exemplo, a disposição das imagens do cruzeiro em pedra-sabão e até os cálculos que realizou para a escultura em madeira do Menino Jesus. Pelos esboços também é possível perceber que o altar seria vazado mas acabou sendo construído com a base em uma única pedra.

Divirtam-se!

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O cruzeiro

 

A imagem do Menino Jesus

 

O portão

 

Mobiliário e demais peças em metal


 

Peças em pedra e imagens que foram esculpidas nas paredes da capela

 

Anotações e outros esboços


 

Extras

Nesta sessão estão algumas imagens de Lenio trabalhando na capela. Não é possível saber a autoria das fotos mas, segundo sua irmã Adelaide, ele costumava fazer todos ajustes na câmera e posicionava a pessoa que ia fazer o registro.

A primeira foto estava em formato de slide (positivo) e as restantes em negativo 35mm.

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Sobre a mostra

“Conta-se que a vila nasceu em 1549, quando jesuítas – não se sabe exatamente quantos – chegaram ao local ao salvarem-se de um naufrágio. Há poucos detalhes sobre a fundação e os primeiros tempos da vila, mas sabe-se que foi batizada pelos padres com o nome de Santa Cruz da Bela Vista e que, por sua localização estratégica, margeando rio e mar, acabou tendo uma participação importante no comércio da região, baseado especialmente no coco em seus derivados.

Mas o avanço da maré, com sua instabilidade comum nos encontros entre rios e mares, fez desaparecer, na década de 1930, uma avenida inteira onde estavam localizados os armazéns e algumas mansões de comerciantes. A partir daí a vila teria perdido sua importância comercial e se transformado, aos poucos, em moradia de pescadores e local de veraneio.”

(Texto de Sylvia Leite, 20/06/2019, disponível aqui.)

 

A mostra “Santa Cruz da Bela Vista” apresentou imagens feitas por Lenio Braga entre, provavelmente, o final dos anos 1950 e início dos ano 1960 no Mangue Seco – BA. As imagens estão separadas em dois blocos: um com imagens da vila e outro com imagens da duna, que Lenio registrou como “deserto” nos envelopes de negativos que os continham.

Alguns depoimentos familiares contam que Lenio Braga ficou bastante impressionado com o lugar e, certamente por isso, fez tantas fotos. Até o momento, foram catalogados e digitalizados 94 negativos referentes ao Mangue Seco. Lenio realizava, muitas vezes, as próprias ampliações de suas fotografias, mas não foi localizada, até a presente data, nenhuma fotografia ampliada relativa a estes negativos. Sendo assim, imaginamos que a maior parte  do material que está sendo mostrado aqui esteve guardada por mais de 50 anos na forma de negativos desde a sua revelação, podendo ser considerada praticamente inédita.

Todo o material foi trabalhado no âmbito de projetos de pesquisa e extensão da Universidade Federal de Sergipe sob a coordenação do Prof. Dr. Marcelo Brazil. Mais detalhes sobre as pesquisas podem ser consultados aqui.

O tratamento das fotos foi realizado no aplicativo GIMP 2.10 e abaixo estão algumas amostras da quantidade de sujeira e riscos que os negativos revelam após a digitalização em alta definição.

Clique abaixo para visualizar e utilize as setas para navegar entre as imagens. Tecle Esc para retornar

 

A mostra traz ainda uma seção com novas imagens que integrarão o acervo virtual do site.

Esta mostra é dedicada à memória de Wadih Tuma que, além de ter sido um grande amigo de Lenio, era um amante e incentivador das artes.

 

A curadoria

 

 

 

 

A vila

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